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4 princípios básicos para a felicidade no trabalho
Quer sair para o feriado sem tanto peso para voltar na segunda-feira? Então, veja quais os fatores determinantes para uma rotina mais leve e plena no trabalho
São Paulo - Sucesso na carreira até pode não ser determinante para uma vida feliz. Mas, na maioria dos casos, a satisfação com aquilo que se faz das 9h às 18h (ou qualquer outro horário determinado para seu expediente) contribui, sim, para um cotidiano mais pleno.
Afinal, das 720 horas contidas no mês, pelo menos 220 são dedicadas (formalmente) para a sua carreira. E ter um sorriso no rosto (ou internamente) enquanto se vive cada uma delas é fundamental.
Mas quais os fatores que contribuem para a satisfação profissional? Especialistas ouvidos por EXAME.com listam os itens indispensáveis para uma carreira mais feliz:
1 Propósito
“A sua realização pessoal depende do seu propósito”, afirma Silvio Celestino, da Alliance Coaching. Não dá para segurar o sorriso firme no rosto (durante o expediente) quando as atividades que você desenvolve no horário comercial estão descoladas dos objetivos que norteiam sua vida.
Sem propósitos bem definidos, por outro lado, corre-se o risco de nunca encontrar satisfação ou, no pior dos cenários, se contentar com qualquer coisa.
Definir o que você quer para a sua vida ajuda na hora de tomar decisões e evita a aflição das comparações. Afinal, nem sempre o que é bom para a carreira do colega da baia ao lado é interessante para você.
E aqui não entram apenas propósitos mais abstratos como “mudar o mundo”. O padrão de vida financeiro que você deseja, o estilo de vida e até o tipo de relações que espera ter notrabalho entram na conta.
2 Inspiração
Outro item essencial para a felicidade na carreira é a inspiração. DE acordo com Celestino, trabalho precisa ser inspirador e ponto. E, para isso, não importa a fonte. A inspiração pode vir do produto, dos valores da companhia ou de um colega ou chefe cheio de brilho nos olhos.
Para ser feliz, é essencial findar o expediente com a sensação de que o dia corrido não foi em vão, que você não esteve só a correr atrás do vento e que as atividades que você desenvolveu tiveram algum sentido. E só pessoas e companhias com valores coerentes são capazes de proporcionar isso no trabalho.
3 Plenitude
Agora, de nada adianta um trabalho inspirador e coerente com seus propósitos de vida, se, na prática, suas habilidades não são empregadas plenamente. De acordo com Alfredo Assumpção, CEO da FESA, “para ser feliz no trabalho, você tem que atuar na sua plenitude”. Nem mais, nem menos.
“Se for subutilizado, pede demissão e vai para outro lugar. Se for utilizado para além da sua capacidade, você adoece”, afirma. Em outras palavras: “Se eu tenho uma tarefa que está abaixo das minha habilidades, isso gera um tédio danado. Se está além das minhas competências, gera stress”, diz Celestino.
4 Desafio
Mas ao mesmo tempo, o trabalho que traz satisfação também traz uma dose diária de desafio. Não do tipo que enlouquece, claro. Mas do tipo que faz crescer, que empurra você para frente e não deixa a sua vida profissional empacada no meio do caminho.
5 sinais de que você está no emprego errado
Baixo desempenho e motivação zero são aspectos indicativos de que é hora de planejar novos rumos para a carreira, na opinião de especialistas
São Paulo – O despertador tocou hoje pela manhã avisando que o fim de semana prolongado terminou e mais uma semana de trabalho está prestes a começar. Só de ouvir o som do toque do celular o estômago “embrulha” e um desagradável frio na barriga se instala. “Odeio segunda-feira”, você pensa, enquanto se arrasta para o escritório.
Identificou-se com este cenário? Ele pode ser um indicativo de que você precisa repensar a sua trajetória ou carreira profissional, na opinião de especialistas consultados por EXAME.com. Confira este e outros sinais de que talvez você esteja no emprego errado:
1 Motivação zero
O frio na barriga característico da segunda-feira é um sintoma clássico. “É o sinal mais evidente de que a pessoa pode estar no emprego errado, porque revela a falta de motivação”, diz Meiry Kamia, psicóloga e consultora organizacional.
Não ver desafios, ter uma liderança fraca ou estar trabalhando para uma empresa que não apresenta perspectivas de carreira são algumas das causas apontadas por Edson Henriques, diretor técnico e comercial da consultoria Felipelli para que motivação esteja no nível zero.“O problema então está no trabalho atual. Não significa que tenha escolhido a carreira errada”, diz o especialista.
Mas se há desafios propostos pela empresa assim como perspectivas, a escolha de carreira pode ser o “x” da questão. “Talvez seja hora de pensar em uma transição”, recomenda Henriques.
2 Baixo desempenho
Metas, objetivos e resultados são palavras que assombram aqueles que estão com a produtividade em baixa. Principalmente nesta época, em que as empresas estão fazendo esforço para bater as metas e entregar os resultados projetados para este ano.
“Quando o profissional não entrega aquilo que é esperado, não bate as metas propostas, pode significar que as habilidades dele não estão alinhadas com a atividade profissional que desenvolve”, diz Henriques.
Se é esse o caso, fazer um mapeamento das habilidades e tentar relacioná-las a objetivos de carreira pode ser uma opção. “Quanto mais tempo a pessoa demorar a fazer isso, mais difícil é a mudança”, diz o especialista.
3 Salário é a única coisa que o prende ao trabalho
Nem relação com colegas nem o aprendizado, e muito menos a qualidade do trabalho desenvolvido. Se o salário for o único elo entre você e a empresa, tem-se mais um sinal de que você está no lugar errado.
“É o profissional que só vai trabalhar porque tem contas para pagar”, diz Meiry. De acordo com ela, apesar de se falar muito em dinheiro, sustentar uma situação só por conta dele é cada dia mais difícil. “O dinheiro está entre os fatores mais baixos de motivação”, explica.
“A pessoa não vê significado algum no seu trabalho”, diz Henriques. Na opinião dele, acomodar-se nesta situação, é péssimo. “É preciso se mover para mudar essa situação, se planejar”.
4 Passar boa parte do expediente procurando outro emprego
Manter-se no mercado e estar a par das oportunidades profissionais é importante e aumenta as chances de subir na carreira.
Mas, deixar de trabalhar para fazer essa busca durante o expediente diz muito sobre a sua insatisfação. “Isso reflete que a pessoa não está de corpo e alma naquele emprego”, diz Meiry.
Já que está procurando uma nova oportunidade, Henriques recomenda que antes de partir para outra função algumas perguntas sejam respondidas. “O que lhe dá prazer no trabalho, qual a área de interesse e de onde vem a motivação?”, exemplifica.
De acordo com ele, quando há a correspondência entre as vontades como indivíduo e as conquistas do dia a dia, a motivação aparece.
5 Você adoece com frequência
Em casos extremos, a saúde física e mental é comprometida. “A descrença no amanhã baixa o nível energético e a resistência do corpo à doenças cai”, diz Meiry. Tanto o plano físico com o mental podem ser afetados, segundo a especialista.
“Quanto se atinge um nível crítico e a pessoa não vai lendo os sinais, ela acaba adoecendo até perceber que é hora de sair”, diz Meiry.
“As pessoas passam a maior parte do tempo dos seus dias trabalhando, se isso for um fardo pode até atingir o estágio de aparecer uma doença”, concorda Henriques.
De acordo com ele, se ao longo do dia não há nenhum momento de prazer, isso pode significar que atividade profissional está deslocada dos gostos e vontades da pessoa.
“Tem que ter uma entrega, a motivação por contribuir dentro do contexto da empresa, mas se o tempo todo ele está passando mal, não há úlcera que aguente”, diz Henriques.
Fonte: Revista Exame
Acesse: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-sinais-de-que-voce-esta-no-emprego-errado?page=1
Fonte: Revista Exame
Acesse: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-sinais-de-que-voce-esta-no-emprego-errado?page=1
Informativo Treinamentos e cia - setembro 2012
A Treinamentos & Cia é uma empresa especializada em treinamentos corporativos e em desenvolvimento pessoal, profissional. Consultorias com soluções inovadoras em diversos ramos empresariais, dentre eles, restaurantes e hotéis e outros. Exercendo também o serviço de atendimento Clínico nas áreas de Nutrição e Psicologia.
Dicas para estimular a criatividade no trabalho
Por Patrícia Bispo
Quem nunca parou diante de uma proposta inovadora apresentada por alguma pessoa, seja no campo pessoal ou profissional? O que poucos sabem, no entanto, é que todo ser humano tem um potencial criativo guardado dentro de si e que muitas vezes precisa apesar de um "empurrãozinho" para despertá-lo. Nas organizações, por exemplo, a criatividade está cada vez mais sendo valorizada. Afinal, são as pessoas que fazerm a diferença para o negócio. Porém, para que os profissionais sintam-se estimulados a apresentarem o potencial criativo, eles precisam arriscar e não ter medo de errar. E isso só ocorre quando a empresa dá abertura para que seus profissionais apresentem ideias, sugestões inovadoras. Vale destacar que a área de Recursos Humanos é um dos grandes aliados da criatividade no meio corporativo. Contudo, é indiscutível a participação efetiva dos líderes, pois são os gestores que estão em contato direto com suas equipes. A seguir, deixo listada 10 sugestões para as organizações que veem na criatividade dos seus colaboradores uma grande oportunidade para assegurarem espaço em um mercado tão competitivo e em constante processo de mudanças.
1 - A criatividade exige que o profissional esteja aberto à inovação. Para isso, a empresa precisa deixar claro que aceita mudanças que agregam valor ao negócio e aos próprios funcionários. Afinal, o meio organizacional vivencia mudanças em ritmos cada vez mais acelerados.
2 - O estímulo à implementação de novas ideias faz com que as pessoas sintam-se motivadas a apresentarem sugestões. O exemplo deve começar de cima, ou seja, os dirigentes, os líderes, devem dar o exemplo e serem os primeiros a oferecerem a inovação aos membros das suas equipes.
3 - Se uma mente é capaz de criar, propor inovações que façam a diferença para o negócio, quando a organização incentiva a integração entre os funcionários e possibilita que as pessoas troquem experiências, busquem ajuda para realizar determinadas atividades, o resultado certamente pode surpreender. Não há mais espaço para o individualismo no meio organizacional.
4 - Quem não errou é porque nunca tentou fazer algo. Através dos erros é possível encontrar o caminho certo rumo ao aprendizado. Se a primeira tentativa não alcançou os resultados esperados, o líder deve estimular sua equipe a não desistir, e nada melhor do que uma boa conversa. Assim, os profissionais poderão identificar o que não deveria ter sido feito e o que pode ser acrescentado a partir de uma nova tentativa.
5 - Equipes criativas precisam de líderes que deem um norte para as ações que irão desenvolver. Descentralizar atividades pode ser um caminho para que as pessoas soltem a criatividade que, muitas vezes, está presa reprimida em cada profissional.
6 - Uma organização que valoriza a criatividade possui canais de comunicação acessíveis. Quando um profissional toma conhecimento que uma determinada ação surgiu a partir da iniciativa de um colega da empresa, ele se sentirá motivado a inovar, a arriscar. Assim, haverá a constatação de que a companhia dá abertura para a inovação.
7 - Os gestores devem ouvir a opinião dos liderados. Se um deles chega e pede para apresentar a solução para um determinado problema, por exemplo, o funcionário merece atenção e ser ouvido.
8 - Ao ouvir a proposta de um profissional, se a alternativa apresentada não for viável, a liderança precisa saber dar feedback ao colaborador. Caso contrário, o funcionário perderá o estímulo para acrescentar diferenciais à empresa.
9 - O reconhecimento da criatividade motiva as pessoas a saírem da zona de conforto. Se a empresa valoriza o comprometimento do colaborador, certamente ele não ficará parado no tempo e no espaço, mas sim buscará alternativas que se tornem um diferencial tanto para o negócio quanto para o seu autodesenvolvimento.
10 - Treinamentos e atividades diferenciadas que estejam focados na lógica do negócio sempre são ótimas alternativas para estimular a criatividade dos profissionais.
A integridade a favor dos seus negócios
por Daniel Godri Jr
Uma pesquisa mostra que 71% das pessoas fazem negócios com pessoas que confiam. Isto significa uma coisa: são realizados mais negócios pelo caráter dos vendedores e da empresa do que por qualquer outro motivo.
Mas como podemos usar isto a nosso favor?
Um comprador vai comprar um carro seminovo. Pergunta ao vendedor como está o carro. O vendedor diz que tem um risquinho na lateral, um rangido no para sol, e que o parachoques foi restaurado levemente... Oooo quuuueeeee??? Sério? O negócio se arruinou. Não.
A partir daí, para o comprador, o vendedor é alguém em quem ele pode confiar. E acredite, se ele não comprar este mesmo carro comprará qualquer outro que o vendedor lhe indicar. Isto se chama integridade a serviço dos seus lucros. Ou seja, até um pequeno defeito pode concorrer com o lucro.
Outro exemplo: uma empresa promete uma entrega para tal dia. A entrega não acontece no horário esperado. Contudo, ligam avisando que o pedido irá atrasar. A empresa fornecedora não fica colocando a culpa em todos menos nela mesma, se lamenta pelo ocorrido e assume a culpa. Manda um vale desconto para a próxima compra, um presente com pedido de desculpas ou ainda pergunta o que pode fazer para minimizar o prejuízo. Acredite 87% das pessoas continuarão comprando desta empresa e possivelmente gastando ainda mais.
Ainda outro exemplo?
Fui tomar um cafezinho numa panificadora muito bonita próxima de casa. Convidei minha esposa e amigos. Os cafés não estavam suficientemente quentes. Reclamei com a atendente e pedi desculpa aos amigos.
Saí para pagar e nunca mais voltar. A moça se desculpa pelo ocorrido e diz que não era necessário pagar. O resultado? Comprei algumas coisas lá e continuo comprando.
Perder para ganhar, pequenas concessões e sinceridade podem fazer algo maravilhoso por você e sua empresa: tornar você um fornecedor indispensável.
Sucesso e paz.
Cartão Charretes Avelino
Arte e elegância se misturam com os clássicos modelos das charretes Avelino. Situada na cidade de Dom Cavati/MG, a fábrica já é reconhecida como pioneira na arte de desenvolver modelos exclusivos e bem desenvolvidos para agradar a todos os seus clientes.
Charretes Avelino. Excelência por tradição!
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Acerte no folheto de divulgação
Dicas para evitar que a sua propaganda vá direto para o lixo
Da Redação
Você já parou para pensar na quantidade de folhetos que caem nas mãos de seus potenciais clientes? São pilhas deles. E a maioria vai direto para o lixo. Veja como impedir que os papéis distribuídos por sua empresa tenham o mesmo fim:
- Mostre de cara como sua mercadoria ou serviço pode ajudar o consumidor. "As pessoas querem saber logo qual é a relevância do produto em sua vida e não estão dispostas a ler um discurso enorme sobre a empresa", diz o vice-presidente executivo da agência de publicidade DM9DDB, Alcir Gomes Leite. Claro que em toda regra há exceção. Em alguns casos, pode ser importante contar um pouco da história do negócio para reforçar a credibilidade do que você tem a oferecer.
- Trate o leitor da forma mais pessoal possível. Para conseguir tal efeito, é essencial ajustar o vocabulário e o conteúdo do folheto ao perfil do público-alvo. Leve em conta características como a faixa etária, o grau de escolaridade, a classe social e os tipos de interesses. Chamar o leitor de "você" também colabora com a sensação de proximidade. Nas malas-diretas, sempre que possível, tenha em cada folheto - e não só no envelope - o nome do destinatário.
- Capriche no visual. Com visual mambembe, cresce - e muito - o risco de seu folheto ir direto para a lixeira. Pior ainda: o leitor pode associar a imagem de seu negócio ao mesmo amadorismo do folheto. Na falta de dinheiro para contratar um fotógrafo ou bom ilustrador, é possível recorrer aos chamados bancos de imagens, que vendem fotos e ilustrações.
- Evite recorrer a fotos de pessoas, lugares ou coisas sem nenhuma relação com seu negócio.
- Considere a possibilidade de utilizar fotos de clientes reais acompanhadas de depoimentos atestando como eles se beneficiaram de seus produtos ou serviços. Isso ajuda a mensagem a ganhar credibilidade.
- Não deixe de acrescentar no folheto o endereço de seu site na internet. É nesse espaço virtual que você pode detalhar e acrescentar informações.
Para Competir É Necessário Transformar Muros Em Pontes
A transformação de grupos em equipes é um processo – expressa dinamismo, movimento – que depende da comunhão de objetivos e da influência da cultura organizacional.
Considerando que as equipes são grupos que evoluíram, para entender essa trajetória é preciso estudar o processo de formação de grupo, em que circunstâncias ele se constituiu e de que maneira atua.
Um grupo é uma reunião de pessoas com um ou mais objetivos comuns e que se percebem como seus integrantes. A partir de sua constituição e ao longo de toda a sua existência, o grupo sofre a influência de três fatores: o ambiente, o próprio grupo e o indivíduo – e isso explica por que alguns grupos chegam a transformar-se em equipes e outros não.
Em primeiro lugar, o grupo é influenciado pelo ambiente no qual se formou e atua. O tipo de organização da qual faz parte, as facilidades ou dificuldades, tanto materiais quanto psicológicas, e muitos outros fatores irão afetar esse grupo positiva ou negativamente. Todo ambiente apresenta ameaças e oportunidades que podem afetar a coesão do grupo e os sentimentos de seus membros.
Em segundo lugar, o grupo recebe influências de si próprio: seu tamanho, sua missão, a ideologia dos seus integrantes e o efeito sinérgico resultante da agregação. Assim quanto maior e mais heterogêneo for o grupo maior será a diversidade de conhecimentos e habilidades disponíveis; por outro lado, também poderá ser menor a oportunidade de participação e contribuição individual.
Em terceiro lugar, temos o indivíduo com seu conjunto característico de traços de personalidade, conhecimentos, valores, interesses e experiências, os quais, combinados àqueles dos demais integrantes, contribuem para que o grupo tenha uma identidade e um desempenho específico.
O trabalho em equipe é um permanente processo de experimentação, troca e aprendizagem. A competição e a cooperação representam um dos paradoxos das equipes na atualidade. As organizações precisam ser competitivas e, ao mesmo tempo, cooperar entre si através de parcerias que propiciem o melhor aproveitamento do tempo, dos recursos e das oportunidades.
A competição, principalmente no mundo dos negócios e dos esportes, é uma conduta institucionalizada e plenamente aceita, pois dela dependem o crescimento e a melhoria da qualidade. Assim, a competição intergrupal, leal e aberta, pode ser acatada com tranqüilidade.
Dentro da equipe, porém, a competição se dá num nível interpessoal, razão pela qual é menos aceita, uma vez que o propósito não é o sucesso individual, mas o resultado coletivo. É necessário vencer obstáculos [que podem estar no ambiente, no grupo ou no indivíduo] e estabelecer uma parceria constante através das quais as pessoas tendem a compensar suas limitações físicas, psicológicas, sociais e intelectuais, absorvendo o entendimento que para competir é necessário transformar muros em pontes.
*PATRICIA RIBEIRO é Economista. Especialista em Administração de Recursos Humanos. MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Consultora na área de RH. Vice-Presidente de Projetos e Novos Negócios da Associação Brasileira de Recursos Humanos Seccional AL.
Contatos: (82) 99738155 / patricia_tlr@yahoo.com.br
5 dicas para vender mais e melhor
Criar um vínculo com o cliente e investir em um atendimento personalizado são ações para melhorar as vendas da sua empresa
São Paulo – Vender é uma das atividades mais importantes para as empresas. Mesmo que o empreendedor não seja um vendedor nato, é possível se dar bem nesta área. O primeiro passo é formar uma boa equipe de vendas, que responde ao dono da pequena empresa.
São Paulo – Vender é uma das atividades mais importantes para as empresas. Mesmo que o empreendedor não seja um vendedor nato, é possível se dar bem nesta área. O primeiro passo é formar uma boa equipe de vendas, que responde ao dono da pequena empresa.
O que a empresa deve pagar quando demite um funcionário?
Em seguida, invista em treinamento de vendas e do portfólio de produtos do seu negócio. “O empreendedor precisa mostrar que conhece e confia no que vende e passar isso para os outros”, diz Luiz Cláudio Gomes, especialista em vendas.
Quando os vendedores conhecem bem o estoque e os tipos de produtos oferecidos, fica mais fácil atender com sucesso a expectativa dos clientes. Veja a seguir cinco dicas preciosas para vender mais e melhor.
Para vender mais e melhor, é preciso gostar de lidar com o cliente e entender as necessidades dele. “A venda deve ser uma parceria com o cliente”, diz o especialista. Não precisa nem falar da importância do bom atendimento, aquele que é educado, cordial e bem feito. “Precisa criar um vínculo com o cliente e isso parte da comunicação certa”, diz Gomes.
Entenda o cliente e como ele se comunica para criar este vínculo. “Isso cria identificação e credibilidade.” A ideia não é copiar a forma como o cliente fala, mas acompanhar seu ritmo. Se a pessoa chega falando baixo, por exemplo, o vendedor muito expansivo pode fazê-la se sentir desconfortável.
2. Não minta
Este também já é um mandamento das vendas. Mentir para o cliente pode ser fatal não só para aquela venda, mas para o negócio. O vendedor ideal não é aquele que falsamente elogia o cliente na porta do provador de roupas, dizendo que a peça ficou excelente quando ela mal serviu. “Tem gente que acha que mentir ajuda a vender mais. Isso é um erro”, ressalta o especialista.
Quem trabalha com um fluxo grande de clientes, como uma lanchonete de fast-food, tem mais dificuldade em personalizar o atendimento. Segundo o especialista, o mínimo é tentar lembrar o nome do cliente. Se ele vai ao seu estabelecimento todos os dias para almoçar, é possível fazer um esforço para se lembrar do pedido ou do nome dele. “É importante porque mostra a atenção que é dada ao cliente”, diz.
4. O cliente tem razão – sempre
Um dos pilares do atendimento eficiente é acompanhar o ritmo do cliente e evitar discordar dele. “É possível não concordar sem bater de frente”, afirma o especialista. Quando o cliente entra na loja dizendo que não gosta de uma marca específica, por exemplo, o vendedor não precisa concordar. “Basta dizer que outras pessoas também não gostam, mas que existem outras opções que podem agradá-lo.”
5. Fidelize o consumidor
Vender melhor inclui fidelizar o consumidor e convencê-lo a voltar. Uma das formas de fazer isso é ter o estoque pronto para atender a demanda. “O cliente volta quando encontra o que procurava”, explica. O próximo passo para conquistar o seu público é investir em um atendimento impecável. Peça ao gerente para abordar os clientes e pedir opinião e sugestão sobre o vendedor e sobre sua experiência de compra. Tão importante quanto a própria venda é o acompanhamento no pós-venda. “Telefone ou mande um e-mail para saber se o produto atendeu as expectativas”, sugere.
Priscila Zuini
Priscila Zuini, editora-assistente, é a jornalista responsável pelo canal PME de EXAME.com
Seu e-mail é priscila.zuini@abril.com.br
Seu e-mail é priscila.zuini@abril.com.br
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