Acerte no folheto de divulgação

Dicas para evitar que a sua propaganda vá direto para o lixo

Da Redação

Você já parou para pensar na quantidade de folhetos que caem nas mãos de seus potenciais clientes? São pilhas deles. E a maioria vai direto para o lixo. Veja como impedir que os papéis distribuídos por sua empresa tenham o mesmo fim:

- Mostre de cara como sua mercadoria ou serviço pode ajudar o consumidor. "As pessoas querem saber logo qual é a relevância do produto em sua vida e não estão dispostas a ler um discurso enorme sobre a empresa", diz o vice-presidente executivo da agência de publicidade DM9DDB, Alcir Gomes Leite. Claro que em toda regra há exceção. Em alguns casos, pode ser importante contar um pouco da história do negócio para reforçar a credibilidade do que você tem a oferecer.
- Trate o leitor da forma mais pessoal possível. Para conseguir tal efeito, é essencial ajustar o vocabulário e o conteúdo do folheto ao perfil do público-alvo. Leve em conta características como a faixa etária, o grau de escolaridade, a classe social e os tipos de interesses. Chamar o leitor de "você" também colabora com a sensação de proximidade. Nas malas-diretas, sempre que possível, tenha em cada folheto - e não só no envelope - o nome do destinatário.
- Capriche no visual. Com visual mambembe, cresce - e muito - o risco de seu folheto ir direto para a lixeira. Pior ainda: o leitor pode associar a imagem de seu negócio ao mesmo amadorismo do folheto. Na falta de dinheiro para contratar um fotógrafo ou bom ilustrador, é possível recorrer aos chamados bancos de imagens, que vendem fotos e ilustrações.
- Evite recorrer a fotos de pessoas, lugares ou coisas sem nenhuma relação com seu negócio.
- Considere a possibilidade de utilizar fotos de clientes reais acompanhadas de depoimentos atestando como eles se beneficiaram de seus produtos ou serviços. Isso ajuda a mensagem a ganhar credibilidade.
- Não deixe de acrescentar no folheto o endereço de seu site na internet. É nesse espaço virtual que você pode detalhar e acrescentar informações.

Para Competir É Necessário Transformar Muros Em Pontes


A transformação de grupos em equipes é um processo – expressa dinamismo, movimento – que depende da comunhão de objetivos e da influência da cultura organizacional.

Considerando que as equipes são grupos que evoluíram, para entender essa trajetória é preciso estudar o processo de formação de grupo, em que circunstâncias ele se constituiu e de que maneira atua.

Um grupo é uma reunião de pessoas com um ou mais objetivos comuns e que se percebem como seus integrantes. A partir de sua constituição e ao longo de toda a sua existência, o grupo sofre a influência de três fatores: o ambiente, o próprio grupo e o indivíduo – e isso explica por que alguns grupos chegam a transformar-se em equipes e outros não.

Em primeiro lugar, o grupo é influenciado pelo ambiente no qual se formou e atua. O tipo de organização da qual faz parte, as facilidades ou dificuldades, tanto materiais quanto psicológicas, e muitos outros fatores irão afetar esse grupo positiva ou negativamente. Todo ambiente apresenta ameaças e oportunidades que podem afetar a coesão do grupo e os sentimentos de seus membros.

Em segundo lugar, o grupo recebe influências de si próprio: seu tamanho, sua missão, a ideologia dos seus integrantes e o efeito sinérgico resultante da agregação. Assim quanto maior e mais heterogêneo for o grupo maior será a diversidade de conhecimentos e habilidades disponíveis; por outro lado, também poderá ser menor a oportunidade de participação e contribuição individual.

Em terceiro lugar, temos o indivíduo com seu conjunto característico de traços de personalidade, conhecimentos, valores, interesses e experiências, os quais, combinados àqueles dos demais integrantes, contribuem para que o grupo tenha uma identidade e um desempenho específico.

O trabalho em equipe é um permanente processo de experimentação, troca e aprendizagem. A competição e a cooperação representam um dos paradoxos das equipes na atualidade. As organizações precisam ser competitivas e, ao mesmo tempo, cooperar entre si através de parcerias que propiciem o melhor aproveitamento do tempo, dos recursos e das oportunidades.
A competição, principalmente no mundo dos negócios e dos esportes, é uma conduta institucionalizada e plenamente aceita, pois dela dependem o crescimento e a melhoria da qualidade. Assim, a competição intergrupal, leal e aberta, pode ser acatada com tranqüilidade.

Dentro da equipe, porém, a competição se dá num nível interpessoal, razão pela qual é menos aceita, uma vez que o propósito não é o sucesso individual, mas o resultado coletivo. É necessário vencer obstáculos [que podem estar no ambiente, no grupo ou no indivíduo] e estabelecer uma parceria constante através das quais as pessoas tendem a compensar suas limitações físicas, psicológicas, sociais e intelectuais, absorvendo o entendimento que para competir é necessário transformar muros em pontes.

*PATRICIA RIBEIRO é Economista. Especialista em Administração de Recursos Humanos. MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Consultora na área de RH. Vice-Presidente de Projetos e Novos Negócios da Associação Brasileira de Recursos Humanos Seccional AL.
Contatos:             (82) 99738155       / patricia_tlr@yahoo.com.br


5 dicas para vender mais e melhor

Criar um vínculo com o cliente e investir em um atendimento personalizado são ações para melhorar as vendas da sua empresa


São Paulo – Vender é uma das atividades mais importantes para as empresas. Mesmo que o empreendedor não seja um vendedor nato, é possível se dar bem nesta área. O primeiro passo é formar uma boa equipe de vendas, que responde ao dono da pequena empresa.

O que a empresa deve pagar quando demite um funcionário?
Em seguida, invista em treinamento de vendas e do portfólio de produtos do seu negócio. “O empreendedor precisa mostrar que conhece e confia no que vende e passar isso para os outros”, diz Luiz Cláudio Gomes, especialista em vendas.

Quando os vendedores conhecem bem o estoque e os tipos de produtos oferecidos, fica mais fácil atender com sucesso a expectativa dos clientes. Veja a seguir cinco dicas preciosas para vender mais e melhor.

1. Crie um vínculo

Para vender mais e melhor, é preciso gostar de lidar com o cliente e entender as necessidades dele. “A venda deve ser uma parceria com o cliente”, diz o especialista. Não precisa nem falar da importância do bom atendimento, aquele que é educado, cordial e bem feito. “Precisa criar um vínculo com o cliente e isso parte da comunicação certa”, diz Gomes.

Entenda o cliente e como ele se comunica para criar este vínculo. “Isso cria identificação e credibilidade.” A ideia não é copiar a forma como o cliente fala, mas acompanhar seu ritmo. Se a pessoa chega falando baixo, por exemplo, o vendedor muito expansivo pode fazê-la se sentir desconfortável.

2. Não minta

Este também já é um mandamento das vendas. Mentir para o cliente pode ser fatal não só para aquela venda, mas para o negócio. O vendedor ideal não é aquele que falsamente elogia o cliente na porta do provador de roupas, dizendo que a peça ficou excelente quando ela mal serviu. “Tem gente que acha que mentir ajuda a vender mais. Isso é um erro”, ressalta o especialista.

Quem trabalha com um fluxo grande de clientes, como uma lanchonete de fast-food, tem mais dificuldade em personalizar o atendimento. Segundo o especialista, o mínimo é tentar lembrar o nome do cliente. Se ele vai ao seu estabelecimento todos os dias para almoçar, é possível fazer um esforço para se lembrar do pedido ou do nome dele. “É importante porque mostra a atenção que é dada ao cliente”, diz.

4. O cliente tem razão – sempre

Um dos pilares do atendimento eficiente é acompanhar o ritmo do cliente e evitar discordar dele. “É possível não concordar sem bater de frente”, afirma o especialista. Quando o cliente entra na loja dizendo que não gosta de uma marca específica, por exemplo, o vendedor não precisa concordar. “Basta dizer que outras pessoas também não gostam, mas que existem outras opções que podem agradá-lo.”

5. Fidelize o consumidor

Vender melhor inclui fidelizar o consumidor e convencê-lo a voltar. Uma das formas de fazer isso é ter o estoque pronto para atender a demanda. “O cliente volta quando encontra o que procurava”, explica. O próximo passo para conquistar o seu público é investir em um atendimento impecável. Peça ao gerente para abordar os clientes e pedir opinião e sugestão sobre o vendedor e sobre sua experiência de compra. Tão importante quanto a própria venda é o acompanhamento no pós-venda. “Telefone ou mande um e-mail para saber se o produto atendeu as expectativas”, sugere.


Priscila Zuini

Priscila Zuini, editora-assistente, é a jornalista responsável pelo canal PME de EXAME.com
Seu e-mail é priscila.zuini@abril.com.br


Cartão Camilla Moreira

Agora sua beleza tem um novo endereço. Chegou em Ipatinga o Salão Camilla Moreira. 
Profissionalismo e competência em grande estilo. Conheça e surpreenda-se!


Banner Talles Celular

Quer deixar seu aparelho celular em boas mãos?
Conheça a qualidade e as grandes vantagens do Talles Celular!